quinta-feira, 14 de junho de 2012

Bombeiros e policiais são os que mais engordam.


Um novo estudo realizado nos Estados Unidos pela CareerBuilder confirmou o que muitos estudos prévios já relataram: a vida no trabalho pode levar ao ganho de peso, sim, e controlar a balança pode ser um grande desafio, dependendo da profissão. Segundo o estudo, 44% dos trabalhadores entrevistados disseram que engordaram em seu emprego atual. O maior culpado: o sedentarismo, admitem.
A pesquisa revela ainda que certas profissões têm uma maior incidência de trabalhadores relatando ganho de peso, seja pelas posições sedentárias ou pelo alto grau de estresse. Os dez empregos que mais facilitam o ganho de peso são, segundo o relatório da CareerBuilder: agente de viagem, advogado/juiz, professor, serviços de proteção (policial, bombeiro), assistente social, artista/designer/arquitetos, assistente administrativo, físico, profissional de marketing/relações públicas e profissional de Tecnologia da Informação.
De acordo com o estudo, 54% dos participantes atribuíram o seu ganho de peso ao fato de passar praticamente o dia inteiro sentados em suas mesas. Praticamente o mesmo percentual (56%) afirmou que não costuma sair nem mesmo para almoçar, seja no refeitório da empresa ou na rua. Já 37 % disseram que passaram a comer mais por causa do estresse e 23% admitem que comem fora regularmente. Entre outros motivos que causam o ganho de peso, 19% dos entrevistados dizem que acabam pulando refeições por causa dos compromissos e limitações de tempo; 18% culpam as celebrações promovidas no trabalho, como aniversários, happy hours etc; 16% admitem que não resistem à tentação do pote de doces colocado no escritório; e 10% culpam a pressão que sofrem para comer as guloseimas que os colegas de trabalho oferecem.
Apesar desses resultados, mais da metade (56%) diz fazer exercícios regularmente. Pouco mais de um quarto dos participantes (26%) admite ter engordado cerca de cinco quilos, enquanto 14% disseram ter ganhado até 10 quilos no emprego. Por outro lado, 16% admitem que perderam peso.
Fonte: blog soldado Gláucia.

Cachorro é encontrado com fortes sinais de maus-tratos em bairro de Caicó. infelizmente não foi encontrado nenhum responsável. O cachorro recebeu atendimento veterinário e já se encontra recuperado.






Polícia Ambiental concede aula sobre meio ambiente a alunos do CUCA.





quarta-feira, 13 de junho de 2012

Você conhece a fauna da caatinga?

Preá, soin, corrupião, onça-parda, tamanduá-mirim e asa-branca, são alguns dos animais que vivem na Caatinga. Mas a fauna é muito mais abrangente: já foram registradas 148 espécies de mamíferos, 510 de aves, 154 de répteis e anfíbios e 240 de peixes, que são conhecidas até hoje no bioma.
A singularidade da Caatinga e a sua diversidade de ambientes permitem supor que a sua fauna de invertebrados seja riquíssima, com várias espécies endêmicas, porém este grupo é o menos conhecido em distribuição e biologia. Sabe-se que os invertebrados formam a base da cadeia alimentar, fornecendo alimento para anfíbios, répteis, aves e pequenos mamíferos, além de serem responsáveis pela polinização das plantas.

Jacu-verdadeiro (Penelope jacucaca) Foto: Ciro Albano
As aves representam o grupo animal com maior número de espécies registradas. São 510 espécies, das quais 15 são endêmicas e 20 estão ameaçadas de extinção, como o jacu verdadeiro e o urubu-rei. A Caatinga ainda guarda muitos segredos sobre a sua fauna, como no caso dos anfíbios, grupo que tem como habitat ambientes úmidos, e que desenvolveram adaptações morfológicas e fisiológicas que lhes permitem sobreviver maiores períodos sem água. Algumas das estratégias dos anfíbios são procurar abrigo em bromélias, escavar e enterrar-se em solos e só sair após as primeiras chuvas, reprodução rápida e explosiva no período chuvoso.



Perereca-de-capacete (Corythomantis greeninge) Foto: Igor Roberto
A proteção da fauna está diretamente ligada à proteção dos ambientes. As matas ciliares, por exemplo, são os locais de reprodução de muitos animais, como os répteis e anfíbios, e vêm sendo devastadas. Uma das menores espécies de crocodilianos, o jacaré-do-papo-amarelo (Caiman latirostris), que chega a 1,5 m de comprimento, habita as margens dos riachos e é endêmica da Caatinga. No grupo dos répteis destaca-se a variedade de lagartos, como o camaleão (Iguana iguana) e o teju (Tupinambis tequixim).
Há quem não acredite que existam muitos mamíferos na Caatinga. Mas existem veado-caatingueiro, raposa, gambá, capivara, cotia, macaco-prego, queixada, entre outros. São 148 espécies registradas, das quais 19 endêmicas. Quem diria que a Caatinga abriga 6 espécies de felinos: a onça-pintada, a onça-parda, jaguatirica, gato-do-mato-pequeno, gata-maracajá e gato-mourisco e espécies exclusivas como o simpático mocó (Kerodon rupestris) e o impressionante tatu-bola?

Formiga falsa-tocandira


Perereca-verde-pequena (Phyllomeduza nordestina) Foto: Igor Roberto
 Fonte: Associação caatinga.
Contudo, a fauna da Caatinga sofre com a caça e a ocupação humana e, como conseqüência, muitas espécies já foram extintas, como a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii), e outras estão sob forte ameaça como o tatu-bola (Tolypeutes tricinctus), a onça-parda (Puma oncolor) e o soldadinho-do-araripe (Antilophia bokermanni), espécie que só ocorre na Chapada do Araripe.
soldadinho-do-araripe (Antilophia bokermanni)
A conservação da biodiversidade da Caatinga é um dos maiores desafios da ciência brasileira, pois, além de ter poucos estudos e ser pouco protegida, está rapidamente sendo modificada. Quanto mais informações organizadas e disponíveis sobre as espécies, melhor podem sem traçadas estratégias para a conservação.
Fonte: Associação Caatinga.

Imagens da corrida ecológica em Natal e Caicó.










Exemplo de boa vontade.

Policiais da CIPAM em Caicó fabricam gaiolas para o transporte e soltura de animais apreendidos em ocorrências na nossa cidade.
Do blog: Bom seria que não houvesse nessecidade de se trasportar animais em gaiolas, mas infelizmente ainda tem muita gente que por desconhecer a lei de crimes ambientais, por tradição ou mesmo por uma questão de trasngressão pura e simples ainda mantém animais da nossa fauna em cativeiro, o que obriga os órgãos competentes a recolher esses animais a fim de devolvê-los a seu habitat natural.

Você sabe o que é a Rio +20?

A Rio+20 é Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável,  ocorre de 13 a 22 de junho, no Rio de Janeiro. Não é uma reunião para discutir meio ambiente, mas sim como as esferas sociais e ambientais, além da econômica, também devem ser consideradas no desenvolvimento de um país.
Para tentar explicar melhor o que é Conferência, a ONG Oxfam fez um diagrama em rosquinha. Ele mostra que a vida humana existe entre um piso e um teto. O piso é a necessidade social de viver, de ter acesso a alimentação, água e conforto. Mas o teto é o quanto o ambiente pode fornecer, sem afetar as gerações futuras. Veja abaixo a imagem.
 A rosquinha mostra que a vida humana é possível entre o piso das necessidades sociais e o teto da capacidade do ambiente.
Fonte: Do UOL, no Rio

Cuidado com meio ambiente não se dá só em fase de expansão econômica, diz Dilma em cerimônia na Rio+20


 O cuidado com o meio ambiente deve ser parte do desenvolvimento de um país e não deve mudar ao sabor das crises. Essa foi a tônica do discurto de abertura da presidente Dilma Rousseff no Pavilhão Brasil da Rio+20, nesta quarta-feira (13). A Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável ocorre de 13 a 22 de junho, no Rio de Janeiro.
"Nós não consideramos que o respeito ao meio ambiente só se dá em fases de expansão econômica; pelo contrário, nós consideramos que um posicionamento pró crescer, incluir, preservar e conservar é parte intrínseca de uma concepção de desenvolvimento", disse Dilma.
Fonte: Matheus Lombardi
Do UOL, no Rio

Semarh participa da Expofruit divulgando informações sobre outorga de água


A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) estará com estande na Expofruit, oferecendo serviços ao público presente à feira de 13 a 15 de junho, no EXPOCENTER – Campus da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), em Mossoró. Um dos principais serviços da Semarh será a disponibilização das informações sobre outorga. A outorga é um documento que autoriza uso de recursos hídricos para consumo ou uso em atividades produtivas, tais como irrigação, piscicultura, abastecimento, área industrial, entre outros. A equipe da Coordenadoria de Gestão de Recursos Hídricos da Semarh também dará informações sobre a entrada de pedidos de licença para construção de obra hidráulica. Este documento é concedido para a perfuração de poços tubulares, construções de barragens, canais e outras estruturas hidráulicas especiais.
A importância da outorga e da licença de obra hidráulica é que desta forma o usuário tem seu direito de acesso à água garantido, cumprindo a legislação vigente. Uma das atividades da Secretaria de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos é gerir o uso da água em todo o Estado. Também cabe a Semarh orientar a melhor forma de como fazer as obras hidráulicas respeitando as questões ambientais. Quem estiver presente à feira também poderá tirar dúvidas sobre o uso de recursos hídricos de uma forma geral. O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (IDEMA) também estará presente ao evento. O diretor técnico do órgão, Jamir Fernandes, vai proferir a palestra licenciamento ambiental no agronegócio voltado, principalmente para os fruticultores e produtores presentes ao evento. A palestra será na sexta-feira (15), às 10h, no auditório do Centro Tecnológico do Agronegócio (CTARN) da UFERSA.

Fonte: Blog Cardoso Silva.

Comandante do 2º Pelotão de Proteção Ambiental realiza reunião extraordinária com efetivo policial.



Na manhã desta terça-feira o Tenente Manoel Messias, cmt do 2º Pelotão de Proteção Ambiental de Caicó, realizou reunião extraordinária com o efetivo policial da CIPAM desta localidade. Dentre outros assuntos, foi solicitado pelo tenente Messias a intensificação na fiscalização e coibição da prática de crimes ambientais na região do Seridó.

Animais apreendidos pela polícia ambiental.




elefantes

ambiental

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Para preservar a caatinga.


A caatinga é o único bioma exclusivamente brasileiro. Grande parte do seu patrimônio biológico não pode ser encontrado em nenhum outro lugar do planeta. São mais de 826 mil quilômetros quadrados de área, englobando parte do Ceará, Bahia, Piauí, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Maranhão, Sergipe, Alagoas e Minas Gerais. Entre as cerca de 400 espécies típicas da região, destacam-se o juazeiro, xique-xique, pereiro, sabiá, jurema, catingueira e mandacaru. A caatinga também pode ser considerada a mais densamente povoada entre as regiões do semi-árido, com uma população de aproximadamente 22 habitantes por quilômetro quadrado.

No dia 28 de abril, é comemorado o Dia Nacional da Caatinga. A data foi escolhida em homenagem ao primeiro ecólogo do Nordeste brasileiro, o professor João Vasconcelos Sobrinho, e serve também para alertar sobre a importância de preservar e criar alternativas de autossustentabilidade na região da Caatinga. Segundo o último monitoramento realizado pelo Ministério do Meio Ambiente, em parceria com o Ibama 45,39% da Caatinga já foi desmatada. Nos anos de 2002 a 2008, foram mais de 16 mil quilômetros devastados. E o Ceará é um dos estados com maior índice, perdendo apenas para a Bahia. Acopiara lidera o ranking de municípios mais atingidos pelo desmatamento, com 183 quilômetros quadrados de Caatinga atingida pela ação do homem.

O secretário-executivo da Aliança Caatinga, Rodrigo Castro, explica que o desmatamento na Caatinga provoca três sérios impactos ambientais. “Destruindo essas áreas próximas às nascentes, reduz-se a disponibilidade hídrica para as pessoas que vivem na Caatinga. A queima de gás carbônico vai para a atmosfera e agrava o aquecimento global. E, por último, com a falta de investimento para recuperar essa área desmatada, a tendência é que fique mais árida e propensa a desertificação”, diz. Para a coordenadora executiva da Articulação do Semi-árido Brasileiro (Asa Brasil) no Ceará, Cristina do Nascimento, boa parte dessa devastação na Caatinga se dá pela exploração econômica. “Precisamos lançar um novo olhar sobre a caatinga, um espaço de possibilidades, com água para produzir, quintais verdes e o reaparecimento de sementes de plantas que já não eram mais encontradas”, completa.

Referência
O município de Irauçuba, no interior do Ceará, torna-se referência para o País, ao ser o primeiro a criar uma legislação própria no combate à desertificação. Baseado na lei 645/2009, o poder público em parceria com a sociedade, elaborou um plano de prevenção e recuperação das áreas degradas da caatinga. Criar estratégias de conscientização da população do semi-árido sobre a importância de cuidar desse rico patrimônio florestal tem sido um dos maiores desafios. Outro aspecto é mudar a forma em que, muitas vezes, a Caatinga é retratada, como um bioma carente de possibilidades e recursos naturais. “Ainda é muito forte a imagem de que esse é um espaço do nada, do que não tem, da escassez. Só que a partir de pequenas ações, vão surgindo novas oportunidades e o meio ambiente vai sendo refeito, como um bioma rico e sustentável”, destaca a coordenadora da Asa Brasil. Para isso, a popularização de novas técnicas de convivência e a construção de cisternas populares acabam sendo importantes estratégias de reconstrução desse imaginário junto à comunidade.

Por Viviane Gonçalves.
Fonte: http://comitecaatingape.blogspot.com.br/

Preserve a caatinga! Ela também pode lhe proporcionar lindos momentos!





Polícia Ambiental participará de evento pró meio ambiente na cidade de Galinhos-RN. Em breve mais informações.